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Tarde Demais Para Acreditar no Amor

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O LIVRO


Tarde demais para acreditar no amor, conta a história de Zeca, um jovem que aos dezoito anos, apaixona-se por uma linda e atraente garota... Após sofrer uma desilusão amorosa, muda radicalmente o seu modo de enxergar o amor, a vida e as pessoas à sua volta. Além disso, uma tragédia na família faz com que o rapaz trabalhador e honesto, em um ato de desespero, faça uma escolha que mudará sua vida para sempre: envolver-se com o tráfico de drogas!

Anos depois, conhece Pâmela, uma bela e desiludida moça, com quem vive um breve e intenso romance, mas devido a uma armadilha, ele acaba na prisão, o que abala definitivamente, a relação dos dois.

Mais um salto no tempo e Pâmela retoma seu antigo relacionamento com Aílton e decide se casar... Horas antes de subir ao altar, recebe uma carta de Zeca, advinda da prisão.

Pâmela subirá ao altar?

NOTA DO AUTOR


Este é o primeiro livro que escrevo. Comecei a fazê-lo, de próprio punho, em fevereiro de 2007, quando ainda estava sumariando um processo do Artigo 12 da Lei 6.386/76, detido na Cela 6 na Ala B do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba. Terminei de escrevê-lo em 26 de agosto do mesmo ano, três semanas depois de ter sido transferido para o Presídio II de Itapetininga, onde ocupei a Cela 45 do Raio I.

Em 29 de agosto de 2007, passei a revisá-lo com o intuito de lapidá-lo.

Era cerca das seis horas da tarde de domingo, do dia 4 de novembro de 2007. Ao término de mais um dia de visita, na mesma Cela 45 do Raio I da PII de Itapetininga, quando dei por conclusa esta obra.

Escrevi esse livro guiado pelo sentimento da paixão, mas no decorrer do processo, surgiram outras possibilidades, como por exemplo, que a partir deste trabalho, poderia deixar uma mensagem de superação, uma reflexão sobre os atos que tomamos, dos quais todos geram consequências...

Apesar de ser uma ficção, o cotidiano de todos os personagens por mim inventados, nada mais é que: a pura realidade vivida no dia a dia de muitas pessoas. Do mesmo modo que me deixei levar pelas ilusões de uma vida fácil, me envolvendo pouco a pouco na vida do crime; pensando, equivocadamente, que nada de mau aconteceria comigo; que eu sempre sairia ileso, por me achar de certo modo, inteligente. Foi só depois de passar por várias experiências que eu entendi que esses pensamentos nada mais eram que nadar contra a correnteza, assim como dizia o sábio Rei Salomão: “– um esforço para alcançar o vento.”
Em suma, escrevi esta história na intenção de que o leitor, ao ler, tire suas próprias conclusões... E que muitas das vezes, deixamos de aproveitar oportunidades de viver uma linda história, por não acreditarmos no amor.

P. S: Ah! Não se deixem enganar pelo personagem Marquinhos, pois se eu continuasse a escrever sua história, esta lhe traçaria, sem nenhuma dificuldade, a um trágico destino.  





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